Confira o discurso do Reitor sobre abertura do ano letivo - Unicap

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null Confira o discurso do Reitor sobre abertura do ano letivo

Publicado Por: Francisco Ribeiro

Abertura Oficial do Ano Acadêmico Unicap

Recife, 8 de fevereiro de 2021

Eu sou uma pergunta, intitulou assim Clarice Lispector um de seus poemas que é composto por uma lista de perguntas, dentre as quais destaco algumas, no intuito de suscitar outras tantas: 

Quem fez a primeira pergunta? 

Quem disse a primeira palavra? Quem chorou pela primeira vez?

Por que se morre? Por que se ama? Por que se odeia?

Por que há o silêncio? 

Por que faço perguntas? Por que não há respostas?

Por que uma palavra puxa a outra? 

O Cardeal José Tolentino Mendonça, poeta luso-madeirense e bibliotecário do Vaticano, leitor de Clarice, escreveu um livro com o título O pequeno caminho das grandes perguntas, no qual diz que “há um momento em que percebemos que as perguntas nos deixam mais perto do sentido, [...] do que as respostas” (Ibid. Lisboa: Quetzal, p. 12). De fato, o momento atual, ainda marcado pela pandemia do novo Coronavírus, nos faz perceber a força dessa verdade, pois temos mais perguntas que respostas. Nessa perspectiva, levantarei algumas perguntas em 7 blocos, na busca de novo sentido para a nossa comunidade universitária, sobretudo docentes e funcionário.a.s, neste novo semestre. 

1. Como teria sido minha vida se a Unicap tivesse suspendido as aulas em março, para voltar depois da pandemia? Já que fomos a única universidade de Pernambuco a manter o ano letivo de 2020, é justo e necessário renovar o agradecimento a cada um.a de vocês, mas não sem deixar de questionar-se sobre o valor e consequências dessa decisão. Não faltou quem protestasse contra a manutenção do semestre, até com certa razão, mas sem propor alternativas. Afinal, como poderíamos garantir salários em dia, compromissos assumidos, sem a prestação do serviço educativo? Como evitar a evasão de estudantes e perdas de receitas? Como negociar contratos e dívidas com o impacto da pandemia para as famílias? 

A Unicap não conta com o “Estado Providência” para sua manutenção: depende totalmente da participação financeira de nossos estudantes e seus familiares, muitos com sacrifícios. Nossas contas são públicas e nossa contabilidade é simples: saibam que 80% de nossa receita está comprometida com salários. Ou por que vocês acham que foram necessários 10 anos de economias para implementar a renovação dos nossos prédios? Voltaremos sobre essa questão do “custo Unicap” ainda. Aqui, porém, importa renovar minha gratidão a todos vocês, homens e mulheres, docentes e funcionários, que aderiram ao novo modo de funcionamento, ajudando uns aos outros e vestindo a camisa apertada da Unicap diante dos estudantes. Sem esse grande mutirão comunitário, não teríamos conseguido superar, sobreviver e salvar o ano que não acabou. Parafraseando o samba: “Desesperar jamais, aprendemos muito nesse ano de pandemia...”

2. A questão real era: Com a necessidade de distanciamento social, como fazer funcionar uma universidade inteira sem sair de casa? Como adotar as novas tecnologias e a modalidade remota, alternativa proposta por lei, em tão pouco tempo? Como vencer as resistências a esse tipo de inovação, sem as condições ideais? Como assumir a realidade, tirar o atraso do analfabetismo digital e “aprender fazendo”? 

Sem o luxo de poder suspender tudo, abraçamos o desafio de continuar as aulas em regime remoto para não perder o mês, o semestre e, enfim, o ano letivo de 2020: graças a essa decisão, trabalho dobrado e ações de incentivo (10% de desconto para alunos adimplentes), garantimos não somente a receita, evitamos a evasão e, sobretudo, estreitamos a relação com cada um de nossos estudantes, visitando-os em suas casas de uma forma jamais imaginada. Assim, concretamente, os estudantes não atrasaram seu projeto de vida universitária e, nunca na história da Unicap, houve tanta emoção e agradecimento de nossos formandos e de suas famílias à universidade, aos professores, aos funcionários e aos colegas de turma, como tivemos a alegria de experimentar na semana passada, nas noites de colação de grau on line para mais de 900 formandos, incluindo a turma 2 de Medicina, cuja cerimônia foi antecipada. Que essas experiências exitosas e surpreendentes nos ajudem a avançar na inovação dos processos de aprendizagem, conforme reza o nosso planejamento estratégico. Como diz a canção: “Nada será como antes, amanhã...”

3. A pandemia trouxe, portanto, sentimentos diversos e aprendizados importantes, mas, enquanto universidade, é preciso abraçá-los, reflexivamente. Que impactos emocionais, profissionais e pessoais afetaram e estão afetando a nossa existência?

O que esse tempo de distanciamento social nos ensinou sobre a vida no campus, sobre o valor da relação com outros colegas professores, funcionários, servidores das empresas terceirizadas e nossos estudantes?

Será que estávamos atentos às grandes desigualdades que existem entre nossos estudantes e funcionários? Até que ponto as dificuldades encontradas e a necessidade de superá-las não desinstalaram e me tiraram de uma zona de conforto? Como estamos vivendo essa longa quarentena, entre cuidado e medo, entre angústia e expectativa, constantemente confrontados à ameaça real do vírus e ao impacto da perda de tantas pessoas no Brasil e até gente próxima de nós? Até que ponto o uso do tempo, o ritmo de vida, a saúde e o lazer não precisam ser repensados em vista de uma vida mais saudável

Uma experiência tão forte como essa não pode passar sem que cada um de nós, sobretudo membros de uma comunidade acadêmica capaz de pensar, repense seu estilo de vida, suas relações, sua visão de mundo e seu projeto de vida, inclusive a etapa do envelhecimento e a dignidade de reinventar a própria vida, para além da rotina, para além do mundo do trabalho. Como diz o samba: “Somos nós que fazemos a vida, como der ou puder ou quiser... sempre desejada”!

4. A experiência inédita de trabalhar em casa trouxe muitas perguntas sobre a relação casa e trabalho. Mesmo compreendendo a intenção de manifestar nosso afeto, até que ponto é correto considerar a Unicap como “nossa segunda casa”? E, na situação inversa, seria a nossa casa um segundo gabinete ou espaço de trabalho? Mas, não seria melhor distinguirmos a nossa relação de família e as nossas relações de trabalho, dentro de seu realismo, seus direitos e deveres trabalhistas, sem deixar de criar laços de amizade e afeto, mas sobretudo de respeito profissional? Como passar do sentimento de Unicap “minha segunda casa” à compreensão da Unicap como “nossa comunidade”?

Creio que a experiência de distanciamento pode nos ajudar a voltar com uma nova mentalidade, reconhecendo, por um lado, a diferença saudável entre família e colegas de trabalho, mas, por outro, aceitando o belo desafio de construirmos uma verdadeira comunidade, onde os laços não são de sangue, mas de liberdade e respeito. Trata-se de uma dinâmica complexa e coletiva, na qual todos e cada um tem sua contribuição a dar. Além dos direitos trabalhistas e civis, muitos são os deveres comunitários que pressupõem a dignidade de todos e de cada um, o valor de cada função, a normal alternância de cargos, o tratamento respeitoso de cada pessoa, sem discriminação de sexo, raça, religioso, classe social, cargo, etc. Não poderemos tolerar assédio moral, racismo ou discriminação, pois, além de serem infrações, elas atentam contra a noção de comunidade e nosso projeto humanista de universidade.

5. A pandemia revelou muitas mazelas das nossas sociedades, agravando não somente crises políticas, conflitos de interesses econômicos, desigualdades históricas e violências institucionalizadas. Se não quisermos ser omissos diante das lições da pandemia, teremos que abraçar essas agendas de forma responsável. Tomemos como exemplo a questão do racismo como violência institucionalizada, fazendo a memória de Jorge Floyd, Alberto e do menino Miguel, alguns dos muitos casos tristes que marcaram esse tempo de pandemia. Afinal, como poderemos defender um mundo mais humano sem atacar o racismo estrutural, enraizado em nossa sociedade e em nossas instituições, mas também, consciente ou inconscientemente, presente em nossa mentalidade? Por que tão pouca representatividade negra nos quadros políticos, religiosos, diretivos e docentes? Por que tão poucos estudantes negros e negras chegam à educação superior? Por que fugimos do problema ou não assumimos nossa cota de responsabilidade? Por que ainda rimos de piadas racistas? Por que relativizamos as conotações racistas da linguagem? Por que não tematizamos o racismo em nossas conversas, aulas e pesquisas?

No dia 20 de novembro do ano passado, instituímos 2021 como o Ano da Consciência Negra na Unicap, celebrando os 50 anos de luta da população negra do Brasil. O NEABI está trabalhando uma série de iniciativas que poderão compor a agenda e ajudar a nossa comunidade a crescer na consciência racial e combater o racismo institucionalizado. Criamos, há dois anos, uma Bolsa da Inclusão Racial, na matriz do Prouni e da Assistência Social, o que possibilitou o ingresso de mais 800 negros, negras e indígenas em nossa universidade: como alguns disseram na aula inaugural, foi um dos mais belos momentos de nossa comunidade. Em plena pandemia, reeditamos a política, possibilitando o ingresso de mais 356 em agosto último e, agora, mais 300 estudantes com bolsas. No entanto, ainda é muito pouco diante da expressiva população negra, sobretudo em um estado escravista como foi Pernambuco, com sua herança racista ainda a reparar. O que está em jogo na Unicap é a credibilidade de nosso projeto humanista e inclusivo, bem como a exigência inegociável do Evangelho, pois “foi para a liberdade que o Cristo nos libertou”. Basta de racismo: vidas negras importam!

6. Mas se a Unicap é católica, comunitária e humanista como enfrentar o problema das demissões sem perder sua identidade? Será que a “nossa” Unicap não é mais a mesma? E deveria ser a mesma uma IES que recebe uma nova geração de estudantes cada semestre? Por que pessoas que trabalharam mais de 40 ou 50 anos na instituição foram demitidas? Qual seria o ciclo ideal de trabalho de uma pessoa em geral? Que alternativas quando a aposentadoria não implica final de contrato de trabalho? Como poderíamos preparar melhor as pessoas para o pós-emprego na Unicap, inclusive para que elas possam usufruir dos frutos de sua vida laboral?

Ao longo de 2020, fizemos um gesto de não demitir professores e funcionários, mantendo todos os salários até o final, apesar de termos tido uma queda substancial nas receitas. Sabemos que o custo Unicap é alto e, como depende das mensalidades, não fazer cortes significa repassar a conta para os estudantes: ou reduzimos os custos ou não teremos mais quem possa custeá-los. Sabemos que as instituições públicas trabalham com aposentadoria compulsória, diferentemente da nossa realidade em que a idade da aposentadoria não implica rescisão de contrato. Isso significa que, independentemente da idade, para deixar de trabalhar na Unicap, ou a pessoa pede demissão (e perde os valores de indenização) ou a instituição a demite (assumindo os custos de indenização). Fazer acordo não é legal! Portanto, pesa sobre a diretoria da instituição o ônus de decidir o momento dessa traumática decisão. Nesses 15 anos como reitor, certamente, dois momentos para mim são os mais difíceis: primeiro, definir índices de reajustes das mensalidades; segundo, acatar e decidir processos de demissões, sobretudo de pessoas que dedicaram muito tempo de sua vida à universidade. Feliz ou infelizmente, porém, tenho que assumir a responsabilidade de minha função nesta comunidade que, por natureza, entra em conflitos de interesses de categorias (estudantes, funcionários e professores). Agradeço, de coração, aos gestores que assumem comigo esse ingrato ofício. Mas a Unicap é a gente quem faz: não meçamos esforços para tornar esses processos inevitáveis menos dolorosos, menos traumáticos. 

7. Enfim, um último bloco de perguntas. Provocados pela crise mundial da Covid, não somente as pessoas tiveram que repensar suas vidas, mas também cada instituição precisou e ainda precisa reinventar-se. Neste cenário, quantas empresas quebraram, quantas empregos começaram a desaparecer, quantos novos serviços surgiram?

Até que ponto as nossas universidades não estão obsoletas e despreparadas para entrar no século XXI? Partindo de exemplos simples: para que usar tanto papel, multiplicando as vias, gerando um custo alto para o planeta? Para que tanta burocracia, ao invés de simplificar os procedimentos e facilitar a vida das pessoas? Como manter o padrão de tradição da qualidade acadêmica e, ao mesmo tempo, formar as novas gerações para um mundo que não cessa de mudar, para uma sociedade que anseia por transformações e para uma vida que precisa reinventar-se o tempo todo? 

Além da mudança de nosso site, estamos trabalhando na inovação dos processos administrativos e acadêmicos, perspectiva já prevista, mas agora precisa de maior aceleração. Estamos igualmente migrando para uma nova mantenedora jesuíta [a mesma da Unisinos], o que exige adaptações. Dada a irradiação da Unicap no interior do estado de Pernambuco e em outros estados do Nordeste (Polos em Fortaleza e João Pessoa), a ampliação necessária da oferta de cursos de EAD, a dinâmica de crescimento acelerado da nossa Católica Business School (em 1 ano e meio, passamos de 140 a mais de mil matrículas agora); considerando ainda a curricularização da Extensão, os projetos de internacionalização e inovação, enfim, uma sobrecarga acadêmica e administrativa da Unicap, foi preciso repensar a gestão da Unicap, inclusive seguindo o nosso Planejamento Estratégico e PDI.

Por um lado, fizemos a recriação da vice-reitoria e um redesenho das pró-reitorias; por outro, agilizamos a formação das Escolas

- Ao professor padre Lúcio Flávio agradeço por aceitar a função de vice-reitor, o que, na prática já vinha acontecendo, sobretudo pelo expressivo crescimento do Humanitas, nesses últimos 10 anos: crescem em agendas e eventos, mas sobretudo em importância para a integração da comunidade universitária, exercitando a transversalidade ad intra e incidência ad extra, em parceria, sobretudo com redes e organizações sociais protagonistas de um outro mundo possível.

- Mais jesuítas assumem funções diretivas: o prof. P. Delmar Cardoso, paraense, assumiu a Pró-reitoria Comunitária que perdeu o Humanitas, mas ganhou a Extensão, com o desafio da realização do Campus Integral em Beberibe, dentro da perspectiva de nosso plano estratégico, a saber, sermos em 2025 uma referência nacional de Extensão. O prof. P. Carlos Jahn, diretor da Unicap Digital, além do desafio de ampliação de cursos e de Polos EAD, assumiu a direção geral do Polo Unicap na Paraíba, trabalhando em equipe com Prof. Maurício Xavier da CBS e o P. Jackson Carvalho, jesuíta pernambucano, ex-aluno da Unicap que acaba de chegar e será responsável pelo Humanitas Paraíba. 

- Profa. Valdenice amplia a compreensão da Pesquisa e Pós-graduação, incluindo a Inovação em sua pauta de liderança e, juntamente com o Prof. Degislando, pró-reitor de Graduação, trabalhará a articulação dessas duas dimensões acadêmicas na configuração das Escolas. Prof. Márcio tem a responsabilidade de pensar, mais que nunca, a mobilização de recursos, uma vez que esgotamos praticamente nossas reservas nas reformas.

As Escolas, por sua vez, representam o maior impacto na gestão, tendo como encargo básico a maior articulação entre Graduação e Pós-graduação, bem como a consolidação e ampliação de cursos das áreas de competências que elas representam. As muitas perguntas que vocês têm sobre esse processo indicam um caminho a percorrer: ninguém tem as respostas ainda, mas, como compete à diretoria, indicamos uma direção institucional, discernida ao longo desses anos, ensaiando alguns passos no compasso do movimento e da tendência das universidades comunitárias brasileiras. 

Bem-vindos, bem-vindas à Unicap 21, universidade do século 21 no ano 21, lugar de perguntas para a construção de um novo sentido pós-pandemia. Abracemos o desafio de reinventar-se como instituição, consolidando o patrimônio de uma comunidade que caminha rumo às suas 8 décadas, em 2023. 

Que esse tempo não seja sem memória agradecida, sem presente criativo, sem futuro esperançoso.

Pedro Rubens, SJ

Reitor

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